Sábado, Abril 30, 2005

Torne-se uma aluna nada exemplar antes que seja muito tarde

Imagine alguém que durante o 1º Ano não faltou aula um dia sequer (aulas de sábado e de educação física não contam): nem quando estava com uma gripe desgraçada, nem quando a temperatura era de graus quase negativos.
Imagine alguém que durante o 2º Ano faltou só uns três dias (aulas de sábado não contam) e matou uma meia dúzia de períodos depois do recreio.
Uma aluna exemplar, não?
Imagine essa mesma criatura agora, em pleno 3º Ano (último ano, ano de vestibular e todo esse blá-blá-blá) matando religiosamente pelo menos dois períodos de aula (os dois depois do recreio) por semana e indo às aulas de educação física (que são no mesmo dia de história e física) quase só quando dá vontade, ou seja, aproximadamente uma semana sim, outra não.
(o esquema é mais ou menos esse: eu olho pela janela, parece que vai chover, e digo à minha mãe: "Não vou na aula". Ela só diz: "Então não vai". E eu fico em casa)
Desconfio que o fato que está nos estimulando a fugir da sala seja o de a gente estudar de tarde. Tá certo que antes a gente fazia eletro de tarde, mas as professoras do Ensino Médio são umas malas que nunca liberam a gente mais cedo (e a nossa sala parece uma sauna. Nunca me cansarei de reclamar da ausência de ar-condicionado). Tenho saudades do bar da esquina onde a gente ia beber depois da aula.
Não estou me tornando uma péssima aluna, só estou me tornando uma aluna mais próxima à realidade (se bem que os mais bagunceiros da turma não gazeiam tanto quanto eu e meus amigos). Matar uma aulinha chata de vez em quando não faz mal a ninguém. Mas eu demoreei pra perceber.
* * *
Mudanças
Template novo, perceberam? Foi o Giuvic que fez. Achei l-i-n-d-o! É bom saber que ainda há algumas almas caridosas nesse mundo que se dispõem a fazer as coisas pra mim, mesmo eu sendo enjoada do jeito que sou. Tá certo que sou orgulhosa e metida a auto-suficiente, mas não morri só porque outra pessoa fez o template pra mim. Pelo jeito nunca irei aprender a mexer nesses codigozinhos e o Blogspot conspira contra mim. Se alguém mais se candidatar...

But I need some dreams
You know I'm such a fool for you
[Mas preciso de alguns sonhos
Você sabe que sou uma tola por você]
Linger - The Cranberries

ßµTT뮢µÞ, 7:31 PM

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Domingo, Abril 24, 2005

Coisas que a gente pensa num domingo frio e chuvoso durante o qual não se fez nada de bom

Eu não queria ser otimista e achar que tudo dará certo um dia.
Eu não queria ser pessimista e achar que poderia estar melhor que isso (embora eu saiba perfeitamente que ).
Eu não queria ser paranóica e ver cada vírgula como uma possibilidade hipotética.
Eu não queria pensar que tudo poderia ser melhor se ele me amasse.
Eu não queria ficar pendurada na janela olhando o nada à espera de algo que jamais chegará.
Eu não queria detestar dias chuvosos e entediantes.
Eu não queria encher minha cabeça de minhocas à toa.
Eu não queria ficar triste.
Eu não queria andar em círculos tensa esperando uma resposta.
Eu não queria ficar ansiosa sem saber o que fazer.
Eu não queria passar mal a ponto de não conseguir comer uma bolacha recheada sequer.
Eu não queria me achar uma tola boba e romântica (embora eu saiba perfeitamente que sou).
Eu não queria me sentir sozinha e carente.
Eu não queria ser chata e pentelha.
Eu não queria ser insistente demais.
Eu não queria viver apenas de lembranças vagamente distantes.
Eu não queria criar expectativas.
Eu não queria me decepcionar e me magoar.
Eu não queria afastá-lo.
Eu não queria me manter distante.
Eu não queria falar tantas bobagens e coisas sem propósito.
Eu não queria que ele me ignorasse.
Eu não queria estar sozinha.
Eu não queria ser complicada.

Eu queria que ele me entendesse e não me achasse uma maluca psicótica.
* * *
Se alguém tiver um remédio antiparanóia eu compro. Dou meus R$23, meus US$2 e mais minha coleção de revistas Capricho. Se quiser pode levar algumas camisetas minhas também e meus CDs Lovy Metal.
A situação tá ficando realmente crítica.
* * *
A prova irrefutável de que minha mãe me ama
Um dia eu estava conversando com meus colegas do curso sobre seguro de vida. Um colega meu disse que faria um seguro de vida para outro colega, cujo beneficiário (é isso?) seria ele. Então, na hora da prática com motores, ele daria um jeito para que meu colega segurado levasse um choque e morresse, ficando ele com todo o dinheiro do seguro. Falei que era melhor eu não fazer um seguro de vida, pois a beneficiária seria minha mãe e ela me mandaria consertar o chuveiro sem desligar o disjuntor, eu levaria um choque e talvez morresse, ficando ela com todo do dinheiro. Em casa, falei isso pra minha mãe.
- Eu desligaria o disjuntor pra ti poder começar o conserto, o ligaria depois, quando tu já tivesse mexendo no chuveiro - disse ela.
Entre uma filha mala-sem-alça e reclamona querida e amável e 10 mil reais, o que você escolheria? Não responda.

<<Escutando: In bloom - Nirvana>>

ßµTT뮢µÞ, 9:54 PM

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Sábado, Abril 23, 2005

Eu não sou obrigada a gostar de Clarice Lispector, sou?

Na aula de literatura a gente tem que ler um livro para o seminário. Abomino definitivamente essa história de ler livro por obrigação, mas não tenho muita escolha. Tentei me animar e escolhi um livro que achei que seria legal, A hora da estrela, de Clarice Lispector. É também um livro fininho, mas esse não é um dos requisitos mais importantes pra mim.
Comecei a ler o livro. Começos de livros geralmente são chatos, mas esse me decepcionou especialmente. Clarice usa um pseudônimo, então desde o começo fica claro que a história se trata de um escritor escrevendo um livro. É cheio de embromações, o autor descreve todo o processo de criação do livro. Tentei me animar, pensando: "Isso é só o começo, embromações são comuns, daqui a pouco começa a história".
Eu li. E li. E li. E nada de a história propriamente dita começar... Quando li 37 das 87 páginas me convenci de que a história era aquilo mesmo. E me desanimei mais. Mesmo assim o li todo.
Um dia a gente escreveu um relatório sobre o livro. Eu não entendi grandes coisas da história. Perguntei o que minha outra colega que também leu, tinha achado. E ela adorou. Perguntei se ela tinha achado a história confusa, tenho horror a histórias não lineares. E ela disse que não.
Depois que entregamos os relatórios ainda tive que escutar ela e a professora falando maravilhas sobre o livro e Clarice Lispector, que ela tem um jeito inovador de contar histórias, etc. Fiquei traumatizada e decepcionada comigo mesma: como é que eu não gostei de uma escritora aclamada no mundo inteiro? Há algo de errado comigo. Resumindo: eu sou ignorante.
* * *
Jamais conseguirei entender as professoras de literatura. Minha professora do ano passado tinha um ataque epilético se mais de dois alunos queriam contar o mesmo livro no seminário. Já essa de agora quer que pelo menos cinco leiam a mesma história! São uns vinte e poucos alunos na turma, se bobear só vai ter dois livros no seminário.
Pra mim, isso é preguiça de avaliar vários livros ao mesmo tempo, humpf. Essas professoras são umas deitadas.
* * *
Quando as coisas dão errado elas dão errado. Domingo simplesmente não consegui ligar essa lata velha que chamam de computador (nem tão velha assim, ok). E sexta de noite foi um sacrifício pra fazer funcionar. Quando a gente achou que já estava tudo perdido, quarta-feira de noite, como que por milagre, minha mãe conseguiu ligá-lo. O usei quinta e ontem, por enquanto tudo parece razoavelmente normal.
Isso talvez sirva como desculpa por eu não ter escrito algo de bom. É isso aí: não escrevi algo melhor porque o computador não funcionava. Acredite se quiser.
Outra desculpa bastante razoável é a inércia me impedir que eu digite na velocidade do meu pensamento. Idéias até tenho, mas dá uma preguiça...

Even if you're not with me
I'm with you
You now I see keeping everything inside
With you
You now I see even when I close my eyes
[Mesmo que você não esteja comigo
Eu estou com você
Você, agora eu vejo, mantendo tudo em segredo
Com você
Você, agora eu vejo, mesmo quando fecho meus olhos]
With you - Linkin Park

<<Jogando: Jewelry (o noivo da minha "babá" consertou nosso videogame! \o/)>>

ßµTT뮢µÞ, 6:46 PM

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Sábado, Abril 16, 2005

Poema

Da série: "Poeminhas toscos que eu só consigo escrever quando estou deprimida"
O sol está se pondo no horizonte
A noite fria chega
Estarei aqui ainda
Para ver o sol nascer de novo?

Um remédio sem prescrição
Uma gota de veneno
Um miligrama de cianeto
Isso há de me matar

Meu CD preferido
Soam apenas palavras sem sentido
Meu livro preferido
Letras e letras amontoadas e confusas
Tudo isso me angustia
E me sufoca
Meu cérebro ainda entende
Mas o coração não sente mais nada

Vejo que perdi os sentidos
Tudo gira ao meu redor
As pessoas não são nada mais que vultos
Sombras que se movem

A vida, afinal, não vale nada
O mundo é o caos
Não há porque permanecer aqui
Prolongar meu sofrimento por mais tempo?
Para que? O que ganharei com isso?

Os suicidas não vão para o Céu
Mas não tenho medo do Inferno
Não deve ser pior do que isso aqui

Me sinto apenas um nada
Diante da imensidão do Universo
As pessoas não darão por minha falta
Ninguém gosta de mim

Não tenho dinheiro
Nem posses
Nem amores
Nada que eu queira levar comigo
Meu legado à Humanidade
É apenas a tristeza e a solidão

Dou uma última olhada ao redor
Eu quero mesmo partir?
Claro, nada me prende aqui
Agora vou até o fim

Hora de apertar o gatilho
De beber tudo num gole só
De saltar da ponte
De enfiar a seringa na veia

As luzes se apagam
O pano cai
O último espetáculo
Do teatro da Vida
* * *
Eu realmente queria postar algo melhor, mas ontem meu computador estava se recusando a funcionar, levei 15 minutos para conseguir ligá-lo, e hoje de tarde estava com preguiça de escrever. Só o que me faltava o computador estragar! Isso prova que desgraça nunca vem sozinha.
Murphy tinha me dado uma folga, mas Ele acabou de voltar, três vezes mais sádico, cruel e sanguinário. Ainda escrevei sobre isso, se não for presa por fratricídio antes.
[esse é o tipo de post que a gente se presta a publicar só pra não dizer que ficou uma semana sem atualizar]

And the thing that freaks me out
Is I'll always be in doubt
[E o que me deixa em pânico
É que eu sempre estarei em dúvida]
Animal instinct - The Cranberries

ßµTT뮢µÞ, 8:20 PM

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Sábado, Abril 09, 2005

Um post cheio de nada

Como é comovente o amor entre mãe e filha III
Minha mãe estava tendo as tradicionais crises de "Não tenho futuro nessa cidadezinha fodida". No começo eu tinha medo e achava que ela já ia arrumar nossas malas e nos levar embora, mas depois vi que não daria em nada.
Mãe: - Vou embora daqui.
Eu: - E me deixar sozinha? - sim, eu nunca estou nos planos, não quero ir.
Mãe: - Não, tu fica com tua vó - ela quer se livrar da minha vó e sobra pra mim!
Eu: - Grande negócio. ¬.¬
Pausa. Momentos depois:
Eu: - E tu vai deixar o computador?
Mãe: - Vou.
Eu: - [rosto iluminado] Então pode ir!
Comentei isso com um amigo meu e ele fez a seguinte observação: "Que família unida!".
Sim, deveras unida.
E o agente desagregador é esse computador.
Como o adoro!
* * *
Mau exemplo
Na Casa de Cultura havia um cartaz: "Proibido comer neste local". A professora tira um pacote de bolachas da bolsa.
- Não pode comer aqui, tia! - adverte uma guriazinha de uns seis anos, de outra escola.
A professora dá uma bolacha à guria, que sai dali comendo.
As crianças são corretas. Quem as corrompe são os adultos.
* * *
Procura-se: minha inspiração
Vista pela última vez em meados de dezembro de 2004.
Paga-se bem.

<<Vendo: Whiskey in the jar - Metallica (porque alguém, finalmente, teve a boa vontade de gravar um CD de clipes pra mim)>>

ßµTT뮢µÞ, 8:31 PM

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Sábado, Abril 02, 2005

O casamento é uma convenção social

Nada como o mito do amor romântico para arruinar nossa vida. O amor romântico é que criou a idéia do "e foram felizes para sempre", presente no casamento, que nem sempre (quer dizer, quase sempre) se confirma.
O casamento, antigamente, era um negócio: a noiva era praticamente "vendida" para seu noivo pelo pai, mas se conformava. Todos já ouviram falar disso. Apesar disso, o casamento era bom, não havia paixão, e sim companheirismo. O tempo passou e as pessoas passaram a exigir o direito de se casarem por amor. Muito mais do que amor, carinho, também era exigida paixão. E assim as pessoas subiam, e sobem, até hoje, ao altar e prometiam fazer durar para sempre uma paixão.
Todas as novelas terminam com uma enxurrada de casamentos. O principal, claro, do mocinho e da mocinha que lutaram a novela inteira para ficarem juntos. Lutaram por amor. Coisa estúpida, não? Eu, sinceramente, não consigo entender por que as pessoas prometem ficar a vida inteira juntas se não ficarão. Algumas até ficam, mas isso é raro hoje em dia. Por que os casamentos de antigamente duravam tanto? Porque não eram baseados em coisas efêmeras e fugazes como o amor e a paixão. E quando esses elementos se dissipam, não há mais desejo um pelo outro e o casal passa a viver como irmãos todos se conformam. Acham que é uma conseqüência da passagem de tempo. Isso também não faz sentido pra mim. O argumento é de que "a rotina mata a paixão". Se as pessoas gostam da paixão, por que se confinam numa rotina de vida a dois e permitem que ela vá embora?
O sonho de muitas meninas e mulheres continua sendo o casamento, nem que seja somente para entrar na igreja vestida de noiva. Mas, na verdade, o que querem? Querem cumprir um dever social que se exige delas. Ninguém quer ser a "encalhada". Já com os homens, não há essa cobrança. Pouco importa a idade com que se casam ou planejam se casar. Parece que a mulher tem um "prazo de validade".
As pessoas se acostumaram com a idéia de que não podem viver sozinhas, jamais serão felizes sem um parceiro (e que fique claro que é somente um parceiro, ou se esqueceram do ideal falso da fidelidade?). O que não é verdade, evidentemente. Não somos seres simbióticos, podemos perfeitamente viver a nossa própria vida sem ninguém. Mas, mesmo assim, as pessoas continuam casando, ainda que não estejam muito certas do que querem, para atender as expectativas dos outros, principalmente da família. Se as pessoas são pressionadas a isso, logo, é uma convenção social.
* * *
Algumas idéias tirei do livro Na cabeceira da cama, de Regina Navarro Lins. Não copiei, queria apenas dar "embasamento científico" às minhas palavras. É um livro muito bom e que vai contra o que a maioria das pessoas pensa, ou é obrigada a pensar. Na verdade, a minha mãe já tinha enchido um pouco a minha cabeça com essas idéias. Por isso é que às vezes eu a acho tão legal.
Em contrapartida, comecei a ler o livro Almas gêmeas - O amor do virtual ao real, da Monica Buonfiglio, umas quantas vezes, mas nunca consegui passar da metade. Talvez porque se trata de uma defesa do amor romântico (ou pelo eu acho que é disso que se trata, pelo pouco que li). Não tenho paciência para agüentar esse tipo de conversa fiada sobre o amor.

<<Vendo: Hole in my soul - Aerosmith (não sei porque esse clipe me deixa triste. Vai ver é porque o protagonista é um zé-mané fracassado e míope como eu. E tá difícil de convencer minha mãe de que o Steven Tyler não é o Ralf, irmão do Christian)>>

ßµTT뮢µÞ, 9:37 PM

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Algo sobre mim, humpf
Daniela, agora "dimaior". Ijuí, RS.
Apesar de todos os esforços, uma guria boazinha demais. Seu egoísmo constante contrasta com seu altruísmo porque, apesar de tudo, gosta de ajudar os outros e ver as pessoas felizes. Por vezes vingativa e rancorosa, mas incapaz de fazer algo realmente ruim para alguém, por mais que tente. Tem especial talento para segura-vela e capacho. Gosta sempre das pessoas erradas e sempre se dá mal. Dura demais consigo mesma, mas orgulhosa dos seus talentos (que não são muitos). Às vezes é considerada metida. Não enxerga coisas óbvias, provavelmente por causa de seus sete graus de miopia. Acredita nas mentiras e duvida das verdades. Extremamente civilizada. Sempre atravessa a rua nas faixas de segurança e espera o sinal para pedestres abrir. Mas não olha para os dois lados antes de atravessar a rua. Adora livros, cedês, devedês, roupas e esmaltes coloridos, mais ou menos nessa ordem. Capitalista e materialista, adora dinheiro (embora não o tenha o suficiente para esbanjar). É péssima jogadora de xadrez.
Terminou o Ensino Médio e agora faz o estágio pra se formar no bendito curso de eletrotécnica. Aliás, começou esse curso apenas para aloprar na escola, mas acabou tomando gosto. Isso não quer dizer, contudo, que passará o resto de sua vida enganchando fios; seu futuro é como uma estilista rica e famosa.
"A influência da família sobre seus sentimentos (tais como satisfação e materialismo), também com relatos do seu dia-a-dia e reflexões sobre o mesmo, com uma boa articulação e um pouco de contentamento consigo mesma."
Descrição da Bel.

(Mau) humor

Meu humor atual - i*Eu!

Óquei, eu me rendo...
Emessene
Orkutchê
Fotolog =P
Apanhado de Pensamentos Aleatórios

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Andy
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Post atual

Créditos
Template toscamente feito pela minha pessoa no Paint e FrontPage. Imagem encontrada no Getty Images, hospedagem no Blogger e comentários Haloscan.
Se alguém quiser me doar um template, apesar de eu ser enjoada pra caramba, eu aceito, ok?

Eu sei que meus textos são longos e entediantes, mas eu não consigo escrever de outra maneira. Tenha paciência e leia até o fim, por favor.
Doe um comentário para uma blogueira carente!