Domingo, Março 27, 2005

A necessidade de crer em algo é uma convenção social

Os padrões pré-estabelecidos da sociedade me revoltam. Isso não significa que eu seja uma anarquista em potencial, longe disso. Só acho que algumas coisas não têm importância nenhuma em nossas vidas e nós simplesmente viveríamos muito mais felizes sem elas.
A nossa sociedade é predominantemente cristã, acredita em Deus, Jesus e todas essas outras coisas. A maioria da nossa população, veja bem. Maioria não é toda a população. Hoje em dia não há mais perseguição contra os não-cristãos (judeus, muçulmanos, etc.). As pessoas que possuem uma religião, independentemente de qual seja, acreditam num Deus, independentemente do nome que ele possua. Isso é aceito, afinal elas crêem num Ser superior que criou o mundo e rege nossa vida, etc. E as pessoas que não acreditam em nada, como ficam? Os ateus, agnósticos, niilistas ou o que for, diferente de seguidor de alguma religião oficial, sofrem preconceito sim. Digo isso porque quando declarei que não acredito em Deus foi um tendéu, tanto na escola quanto em casa. As pessoas ficaram horrorizadas. Puxa vida, é tão difícil aceitar o que é diferente?
O que me irrita profundamente são os textinhos feitos para converter as pessoas para alguma religião, especialmente ao cristianismo, já que é a maioria esmagadora do Brasil. Por que é que tentam colocar na minha cabeça que há "alguém" lá em cima que cuida de mim e guia meus passos? Ou que há alguém que morreu na cruz para salvar a Humanidade, então devo amá-lo e segui-lo? Escuto essa conversa desde a infância, mas nunca pensei muito a respeito. Só agora, há pouco tempo, passei a pensar mais sobre o assunto e formulei minha opinião, que por acaso é diferente da da maioria das pessoas que conheço. Vivemos num ambiente com pessoas pseudotolerantes, que fingem que respeitam a opinião dos outros mas no fundo querem fazê-los mudar de idéia.
Me encheram tanto o saco que por alguns momentos vacilei na minha falta de crença. Depois pensei melhor e vi que isso diz respeito somente a minha vida e ninguém têm o direito de se meter. Se você quer acreditar em algo invisível e extremamente subjetivo, problema seu. Não vou tentar te convencer de que não existe e que você está errado. Da mesma maneira, não venha me torrar a paciência falando de algo invisível e extremamente subjetivo que ninguém nunca provou a existência ("e nem a não-existência", diriam alguns) tentando me convencer que, de fato, existe. Vá pra sua igreja rezar e me deixe quieta no meu canto.
Acho curioso como as pessoas que não crêem em Deus precisam de argumentos bastante consistentes para explicar sua não-crença, enquanto que os que acreditam dizem, simplesmente, "Porque sim". O "Porque sim" nunca é questionado, já que é o predominante. Já os que dizem "Porque não" tem que passar a vida se explicando, como se estivessem cometendo um crime, alguma contravenção grave. Não vou pesquisar as raízes históricas disso, já que não sou antropóloga e detesto história, só acho que as pessoas são "condicionadas" pela sociedade a ter algum tipo de fé, e as que se desviam disso são recriminadas. Se são criadas direcionadas a isso, logo, é uma convenção social.
* * *
Às vezes acho que escrevo filosoficamente falando como a Marcely (vou matar essa infeliz se ela não me providenciar umas aulas de francês ). Mas eu nunca vou chegar nem perto.
Faz alguns meses que o escrevi, na época eu o amava, agora já não gosto tanto assim. Mas tá aí. Não me encham o saco. É "queima de estoque", tenho dúzias de posts prontos ou semiprontos, que não postei anteriormente porque surgia coisa melhor. Mas estou sem inspiração, sabe? Ninguém vai querer saber da minha rotina estafante, que consiste em me estressar nas aulas do curso de manhã porque não entendo muitas coisas e derreter numa sauna tentando ficar acordada nas aulas chatas de tarde. E ninguém quer saber também dos colegas conversadores e das colegas escandalosas.
Eu sabia que ninguém estava interessado mesmo. E eu pensei que reencontraria minha inspiração vagando pelo pátio da escola...

You're mine tonight love
When I close my eyes
[Você é meu hoje à noite, amor
Quando eu fechar meus olhos]
I close my eyes - Shivaree

ßµTT뮢µÞ, 9:20 PM

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Sexta-feira, Março 25, 2005

Poeminhas toscos que só consigo escrever quando estou deprimida (ou não necessariamente...)

Esse não tem título porque não sei dar títulos a poemas e todos sabem disso. Ignorem a dramaticidade excessiva, eu é que gosto de fazer cena. Minhas amigas sempre me disseram que eu deveria ser atriz. =D Não adianta o que digam, sim, eu gosto do que escrevo e nada vai me fazer mudar de opinião.
Olho pela janela
E só vejo nuvens cinzas
E depois virá a noite
Escuridão sufocante

Acho que perdi a fé na vida
Tudo que eu faço é errado
Tudo que eu acreditava é mentira
Sonhos não passavam de ilusões

Qual é o sentido
De andar por esse mundo?
Por que estamos aqui?
Não há nada a fazer

O mundo é apenas tristeza
Minha vida é monótona
Vou embora
Minha participação se encerra aqui

Eu vou partir
Ninguém lembrará de mim
Não deixarei carta ou bilhete
E serei esquecida para sempre
* * *
Espera
Tomo banho.
Sento no sofá.
Ligo a TV.
Leio um livro.
Levanto.
Ajeito a blusa.
Me olho no espelho.
Subo a saia.
Desço a saia.
Molho o cabelo.
Coloco o tamanco.
Passo desodorante.
Escovo os dentes.
Escovo os dentes.
Passo desodorante.
Arrumo o cabelo.
Vou ao quarto.
Me olho no espelho.
Arrumo a cama.
Tiro o tamanco.
Coloco o tamanco.
Volto pra sala.
Sento no sofá.
Pego o jornal.
Olho pela janela.
Acendo a luz.
Vou a cozinha.
Volto pra sala.
Vou ao banheiro.
Me olho no espelho.
Ajeito a saia.
Caminho de um lado para o outro.
Sento no sofá.
Olho pela janela.
Desligo a TV.
Atendo ao telefone.
"Oh, céus, acho que vou ter um enfarte!"

Ansiosa, eu? Não, magina...
* * *
"A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena" (era assim mesmo? Faz mó tempão que não assisto Chaves...)
Quando uma pessoa te chateia ou te magoa muito, não se vingue na hora. Deixe a raiva passar e faça de conta que não é com você. Trame alguns planos malignos se isso lhe ajuda a descarregar a raiva e passar o tempo, mas não os execute. Deixe a pessoa fazer o que quiser com você. A recompensa virá, não se preocupe. Mesmo que você não faça nada, a vida se encarregará de dar uma lição no indivíduo, o que é muito melhor. Eu, particularmente, acho mais recompensador rir sozinha do que humilhar pessoas em público.
Estou começando a achar que Deus existe mesmo e que é um cara muito justo, pelo menos de vez em quando.

How could you leave me
When I needed to possess you?
[Como você pôde me deixar
Quando eu precisava te possuir?]
Wuthering Heights - Kate Bush

<<Jogando: Homer's Tetris (lááá de vez em quando...)>>

ßµTT뮢µÞ, 6:43 PM

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Sábado, Março 19, 2005

Os velhinhos no ônibus e a culpa que não sinto (e mais um punhados de minitextos)

Pego o ônibus na frente do Centro Social, que oferece serviços como vacinação de crianças, atendimento de saúde grátis e bailes de 3ª idade. Mas isso não vem ao caso, não vou falar dos bailes dos velhinhos. Ou talvez até eu fale, mais tarde.
Uma manhã estava esperando o ônibus. Tinha uns três tiozinhos de idade um tanto avançada esperando também. Entrei no ônibus e sentei num banco individual. Em cada parada subia em média dois senhores ou senhoras e logo todos os assentos da frente estavam ocupados (aqui a roleta fica no fundo do ônibus e as pessoas que não pagam entram pela frente). Meu banco ficava mais ou menos no meio e eu não estava nem aí. Logo se amontoaram várias senhoras em pé perto dos primeiros assentos, que estavam tomados por velhinhos também. Minha mãe disse que já era dia de receber a aposentadoria, embora eu achasse que não fosse. Mas só poderia ser, não deveria haver baile em algum clube por aí, pois era cedo ainda. De qualquer forma, permaneci sentada, firme e forte, nos quase 15 minutos do meu trajeto. Afinal, eu paguei pra ter esse direito, oras.
Mal-educada, eu? Quando eu era pequena minha mãe nunca me disse para ceder o lugar para idosos (até porque quando eu era pequena nem andava tanto de ônibus assim, e quando andava ficava tão feliz que sempre queria sentar na janela). Pelo contrário: "Esses velhinhos passam o dia inteiro dançando nos bailes, ficam cansados e ainda querem sentar? Tem que dar lugar pra quem passou o dia inteiro trabalhando!", ou: "Esses velhinhos não têm o que fazer e resolvem fazer turismo pela cidade, eles não pagam mesmo!". Essas são as lições que recebo de minha mãe. Se alguns deles forem folgados como minha vó, até que ela tem um pouco de razão.
Ficar de pé fortalece os ossos. Ou termina de moê-los de vez, em caso de osteoporose. De qualquer forma, não adianta as outras pessoas ficarem me fuzilando com seus olhares pra ver se eu me sinto culpada e levanto do banco. Não levanto. Que suspirem algo como: "Ah, esses jovens de hoje em dia não têm educação...". Tô nem aí. Faço de conta que não é comigo e viro a cara pra janela.
* * *
Eu e meu resfriado I
Fiquei temporariamente impossibilitada de escrever bem (como se eu costumasse escrever algo que preste...) por causa do resfriado que peguei. Meu cérebro está tão obstruído quanto meu nariz, desculpem-me.
Fiquei nesse estado graças a um trabalho do curso que tive que fazer: medir a vazão de um rio para construir uma micro central hidrelétrica. Além de ficar com o nariz entupido, tirei mais ou menos um hectare de terra das minhas unhas e enchi os ouvidos d'água.
Apesar dos pesares, sobrevivi (ou não necessariamente...).
* * *
Eu e meu resfriado II
Detesto a mania que as pessoas têm de colocar Deus em tudo. Passei a semana meio mal, e quando comecei a melhorar minha vó disse que foi "graças a Deus" que eu melhorei. Em primeiro lugar, sei exatamente quanto tempo duram meus resfriados e geralmente eles passam sozinhos, sem eu precisar tomar um chazinho sequer. Em segundo lugar, minha melhora pode ter sido antecipada um pouco graças a Coristina que tomei ou, no máximo, aos meus anticorpos que resolveram acordar e mostrar serviço.
Como se vê, não há nada de divino nisso.
* * *
Minha mãe e o mouse
Minha mãe entrou em pânico quando viu que o mouse não estava funcionando. Na verdade, quem ficou mais desesperada fui eu, porque sabia que ela ia acabar surtando e largando o computador nas mãos de algum maluco pra formatar, e lá ia eu perder minhas coisas de novo lá pela 129ª vez. Mas como nessa casa ainda tem alguém que pensa - e essa pessoa sou eu, acreditem - , eu disse que o problema poderia ser somente no mouse mesmo. Ela comprou um mouse novo e tudo voltou a funcionar. Nunca pensei que algo tão pequeno pudesse fazer tanta falta.
Vamos ver até onde dura minha alegria. Vai durar até o dia em que minha mãe surtar e largar o bichinho aqui nas mãos de algum maluco pra formatar e eu perder as minhas coisas de novo lá pela 129ª vez.

I've given a lot of thought to the nights we used to have
The days have come and gone
Our lives went by so fast
[Estive pensando muito nas noites que tivemos
Os dias que vieram e foram
Nossas vidas passaram tão rápido]
There is - Box Car Racer

<<Jogando - Homer's Tetris (sempre bato meus recordes)>>

ßµTT뮢µÞ, 12:34 AM

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Sábado, Março 12, 2005

Metodologia da Pesquisa é pra gente escrever historinha meiga mesmo

Na segunda aula as coisas geralmente ficam mais sérias. Ou não necessariamente... Continuamos fazendo historinhas aleatórias.
Primeiramente, lemos um texto.
* * *
Portas
Se você abre uma porta, você pode ou não entrar em uma sala. Você pode não entrar e ficar observando a vida mas se você vence a dúvida, o medo, e entra, você dá um grande passo!
Nesta sala vive-se. Mas, também tem um preço... São inúmeras outras portas que você descobre. Às vezes quebra-se a cara, às vezes curte-se mil e uma.
O grande segredo é saber quando e qual a porta que deve ser aberta.
A vida não é rigorosa. Ela propicia erros e acertos, os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende. Não existe a segurança do acerto eterno.
A vida é generosa. A cada sala que se vive descobrem-se tantas outras portas. E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas.
Mas a vida também pode ser dura e severa. Se você não ultrapassar a porta, você terá sempre a mesma porta pela sempre. É a repetição perante a criação, e a monotonia monocromática perante a multiplicidade das cores, é a estagnação da vida...
Para a vida, as portas não são obstáculos mas diferentes passagens.

Içami Tiba
* * *
Na página seguinte, a figura de uma porta e a ordem: escreva o que você espera encontrar atrás da porta. Desde a 5ª série eu não escrevia textos inspirados em figuras, mas enfim...
Depois a gente teve que ler o texto pros colegas. Ouvindo os outros vi que levei muito ao pé da letra a instrução. O meu texto era o mais egocêntrico de todos. Só sei falar de mim mesma, e eu não estava muito inspirada pra grandes filosofias às oito da manhã. Querem mesmo ler?
* * *
Algo além da porta
Além da porta queria encontrar uma resposta para as minhas dúvidas. Queria deixar a hesitação de lado e não ter medo de arriscar, de experimentar coisas diferentes. Eu deixaria trancados atrás de outra porta meus medos que me limitam e me impedem de descobrir novas sensações, quase sempre boas, num lugar bem escondido para nunca mais poder encontrá-los. [claro que já comecei a fazer a minha parte, as coisas não caem do céu. E arriscar é bom, por que não tentar? ;-D]
Queria encontrar pessoas amigas, companheiras, que estivessem a todo o momento ao meu lado me ajudando. Queria poder ver sempre a sinceridade nos olhos dos outros e deixar para trás a falsidade e os "amigos" que me enganaram. [difícil. Coração mole não é qualidade, é castigo. =P]
Não seria nada mau se, além de uma dessas portas da vida, eu encontrasse alguém realmente especial, que me fizesse sentir bem e que gostasse muito de mim. Uma pessoa em quem pudesse confiar e com a qual pudesse ser feliz (não para sempre, pois não acredito em eternidade). [não sou uma menina boba e romântica, embora tenha pequenos acessos de descontrole de vez em sempre quando. Mas já estou começando a fazer as coisas de um jeito que se aproxima muito do certo. =D]
Queria encontrar o sucesso, um futuro melhor para minha vida. Um meio para poder ser independente e poder, enfim, caminhar com minhas próprias pernas. Escrever a minha história do meu jeito, sem ter vergonha de mim mesma e medo do que os "outros" vão pensar. Finalmente, se possível, encontrar a felicidade, ou coisa parecida. [encerrando o texto com uma utopia, claro. ¬.¬]
* * *
Não tenho coordenação motora nenhuma, mas mesmo assim o mouse me faz falta.
É, ele entrou em greve.
Minha mãe disse que ele pode ter morrido, tadinho.
Um réquiem para meu mouse, por favor.

It's like I'm paranoid lookin' over my back
It's like a whirlwind inside of my head
[É como se eu estivesse paranóico olhando para trás
É como um furacão dentro da minha cabeça]
Papercut - Linkin Park

<<Jogando: nada (não sou mais uma folgada em férias)>>

ßµTT뮢µÞ, 9:11 PM

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Sábado, Março 05, 2005

O post tradicional sobre a volta às aulas que eu tive preguiça de terminar

E minhas aulas começaram, afinal. E em fevereiro, isso nunca tinha acontecido. Elas sempre começam em março. E considerando que até depois do Natal fizemos uma prova, tivemos menos de dois meses de férias, humpf. Mas alegria!, afinal eu ia reencontrar meus amigos. Tsc, tsc, tsc... Melhor ficar em casa dormindo.
A principal mudança (eu diria uma catástrofe) foi que a gente teve que inverter os turnos de eletro e do Ensino Médio. Antes era o Ensino Médio de manhã e o técnico de tarde. Juntaram as turmas da manhã e da tarde, e fomos nós quem passamos pra manhã por causa de um tiozinho da outra turma que não pode vir à escola de tarde. A turma, que antes era de pouco mais de meia dúzia, agora é de uns vinte. Os guris são bem legais, até, mas já tinha me desacostumado de turma grande.
O problema mesmo é fazer o Ensino Médio de tarde, em salas quentes, sem ar-condicionado e cadeiras estofadas (que saudade de eletro nessas horas...). Num corredor com sete salas, a nossa é a única que pega sol de tarde. Não estou sozinha na nova turma, mais cinco colegas meus que também fazem eletro tiveram que mudar. Já conhecia alguns dos atuais colegas, mas mesmo assim não deixa de ser estranho chegar numa turma nova em pleno 3º ano.
Quanto às matérias e professores, não muitos comentários. Entra ano e sai ano não muda muita coisa. O que mais me deixou brava foi que a gente não vai ter aula de filosofia e vai ter de educação física!! Droga! Eu tenho pavor de educação física, talvez um dia seja acometida por algum tipo de inspiração divina e escreva sobre isso. Além do mais, acho uma matéria absurdamente inútil. Tem gente que acha filosofia inútil, mas prefiro ficar dentro da sala divagando a ir correr na quadra feito uma boba nesse calor do cão e, mais tarde, no frio do cão que vai fazer no inverno. Meu negócio é exercitar o cérebro, que se atrofiem os músculos.
Nada como recolocar a pilha no despertador e recomeçar essa odiável adorável rotina, apesar dos horários invertidos e de ter aterrissado em turmas totalmente novas. Mas minha cama continua sendo mais atraente que qualquer outro lugar. E eu morro de sono nas aulas de geografia, mesmo sendo duas da tarde.
[insira um final melhor aqui, a não ser que não seja muito exigente e tenha se contentado com isso]
* * *
Aula de eletricidade sem cálculos, aula de química sem tabela periódica... Está mesmo tudo ao contrário, onde esse mundo vai parar?
* * *
Parece que as aulas de metodologia da pesquisa são realmente pra gente escrever historinhas meigas. A da aula passada talvez eu poste outro dia.
Sempre achei que a gente deveria aprender a fazer os relatórios para o estágio.
* * *
Aaai!!...
Isso é raiva do Blogspot. Ele simplesmente não me deixou postar ontem. E eu pensei que não existia servidor mais temperamental que o Blogger da Globo...
Se desse erro mais uma vez, acho que chutaria esse computador.
Eu sabia que a página inicial em português não era uma boa idéia.

<<Escutando: The bad touch - Bloodhound Gang (mesmo com o fone de ouvido num volume razoável, não consigo deixar de ouvir os barulhos que meu irmão faz. Já disse que detesto companhia?)>>
<<Jogando: Antarctic Adventure (ainda gosto do Dr. Mario, mas os dedos doem)>>

ßµTT뮢µÞ, 8:52 PM

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Algo sobre mim, humpf
Daniela, agora "dimaior". Ijuí, RS.
Apesar de todos os esforços, uma guria boazinha demais. Seu egoísmo constante contrasta com seu altruísmo porque, apesar de tudo, gosta de ajudar os outros e ver as pessoas felizes. Por vezes vingativa e rancorosa, mas incapaz de fazer algo realmente ruim para alguém, por mais que tente. Tem especial talento para segura-vela e capacho. Gosta sempre das pessoas erradas e sempre se dá mal. Dura demais consigo mesma, mas orgulhosa dos seus talentos (que não são muitos). Às vezes é considerada metida. Não enxerga coisas óbvias, provavelmente por causa de seus sete graus de miopia. Acredita nas mentiras e duvida das verdades. Extremamente civilizada. Sempre atravessa a rua nas faixas de segurança e espera o sinal para pedestres abrir. Mas não olha para os dois lados antes de atravessar a rua. Adora livros, cedês, devedês, roupas e esmaltes coloridos, mais ou menos nessa ordem. Capitalista e materialista, adora dinheiro (embora não o tenha o suficiente para esbanjar). É péssima jogadora de xadrez.
Terminou o Ensino Médio e agora faz o estágio pra se formar no bendito curso de eletrotécnica. Aliás, começou esse curso apenas para aloprar na escola, mas acabou tomando gosto. Isso não quer dizer, contudo, que passará o resto de sua vida enganchando fios; seu futuro é como uma estilista rica e famosa.
"A influência da família sobre seus sentimentos (tais como satisfação e materialismo), também com relatos do seu dia-a-dia e reflexões sobre o mesmo, com uma boa articulação e um pouco de contentamento consigo mesma."
Descrição da Bel.

(Mau) humor

Meu humor atual - i*Eu!

Óquei, eu me rendo...
Emessene
Orkutchê
Fotolog =P
Apanhado de Pensamentos Aleatórios

Leituras
Agosto, Rubem Fonseca; Quincas Borba, Machado de Assis; Os Simpsons e a Filosofia, Aeon J. Skoble, Mark T. Conrad e William Irwin; Orgias, Luis Fernando Verissimo; Nos tempos da brilhantina, Ron de Christoforo.

Linques
Acetoso
Andy
Antonomásia
Apaixonite Aguda
As 10 Mais
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Átomos e Moléculas
Balbúrdia
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Post atual

Créditos
Template toscamente feito pela minha pessoa no Paint e FrontPage. Imagem encontrada no Getty Images, hospedagem no Blogger e comentários Haloscan.
Se alguém quiser me doar um template, apesar de eu ser enjoada pra caramba, eu aceito, ok?

Eu sei que meus textos são longos e entediantes, mas eu não consigo escrever de outra maneira. Tenha paciência e leia até o fim, por favor.
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