Sábado, Novembro 27, 2004

A pseudoeletricista II

Não faço idéia do porquê de o Blogger ter banido meus acentos. Texto muito-mais-do-que-longo. Quer ler mesmo? Não se esqueça: botão direito do mouse/Codificação/Unicode (UTF-8). Um dia eu resolvo isso. Tenha paciência.
Obrigada.

Tudo tem uma primeira vez
Eu nunca tinha ido mal numa prova. Pra mim, ir mal é tirar menos da metade. Só que aconteceu, demorei um pouco para digerir o acontecido e estou revoltada comigo mesma. Foi numa prova de ensaio de máquinas com o professor-querido-que-subestima-claramente-as-gurias (não, eu não sou paranóica). Meu consolo é que praticamente todos tiraram notinhas medíocres. Exceto um, que tirou 85, exatamente o dobro de mim. Também pudera: pegou emprestada a prova de outra turma, que por coincidência era igualzinha à nossa, e praticamente a decorou. Acertou todas as de marcar e responder. E isso me deixou duas vezes mais revoltada: assim até eu, né?
Bom, o que posso dizer é que tirei meu 42,5 com honestidade. Ora, desde quando eu tenho orgulho da minha honestidade? Se tivesse colado não ficaria com peso na minha consciência, além de ter uma nota bem melhor. O que conta na vida real, afinal, a honestidade ou a esperteza? Com certeza a 2ª opção. Ah, eu também vi a prova por alguns minutos horas antes, até acertei algumas questões por causa disso, mas é diferente de passar horas olhando praquilo e decorando. E qual é a importância disso? Os fins justificam os meios. E eu me fudi.
* * *
Brio ferido outra vez
Eu já disse que o professor de ensaio de máquinas subestima as gurias (não, eu nãoe sou paranóica). Será que é só porque passamos a aula inteira tagarelando, levamos um século pra fazer uma instalação e sempre somos as últimas a terminar? Não vejo razões suficientes. No começo eu tinha medo dele, mas agora ele nos olha e sorri. Sei não, mas talvez ele ache graça da gente.
Um dia a gente tinha até o recreio (15h45min) pra fazer uma instalação, sendo que eu e ela, minha outra colega, geralmente adentramos o recreio pra terminar. Achamos que esse negócio de trabalhar sob pressão não ia funcionar. Fomos perguntar pro professor qual esquema ele nos sugeria.
- Esse não - disse quando mostramos o que planejávamos - , vocês não vão conseguir terminar.
- Por que não? - perguntou ela, e o professor deu risada. Aquela era uma das instalações mais fáceis, ele estava praticamente nos chamando de incompetentes! Que raiva! Não sabia se continuava folheando a apostila displicentemente ou se fingia uma cara de ódio.
Escolhemos outro esquema, que nem era mais fácil. Fizemos e terminamos às três e pouco, só estávamos nós duas e outro colega nosso fazendo, e fazendo errado, porque não funcionava.
Enquanto ligávamos e desligávamos nosso motor (a gente tinha que instalar o motor e mais uns botões, mais ou menos isso) nosso outro professor chegou na sala. Os dois professores estavam conversando, e o professor que havia chegado via que o nosso motor funcionava perfeitamente, enquanto que nosso outro colega não estava se acertando muito bem com os comandos.
- Até as gurias sabem mais que ele - disse o professor. Comecei a rir incontrolavelmente. Como assim, "Até as gurias"? É algo extraordinário que as gurias também saibam ligar contactoras e botoeiras a motores e fazê-los funcionar? É um fato realmente novo que as gurias possam saber tanto quanto os guris? Há algo de errado em a gente estar num lugar geralmente dominado por guris? Eu acho que não.
Os professores não falaram mais nada e nem fizeram mais nenhum "elogio falso". Pra mim elogio só vale quando exalta nossos feitos, não quando deprecia os dos outros. E assim o nosso orgulho (pelo menos o meu) foi ferido duas vezes em menos de duas horas.
[foi nessa mesma aula que a gente recebeu os resultados da prova. Percebe-se que eu ainda estava muito abalada emocionalmente.]
* * *
Injustiça
As minhas professoras de eletrotécnica são jovens e bonitas. Os professores são homens de meia-idade barrigudos e fumantes (detesto cheiro de cigarro, argh!). Ora, onde está a justiça nesse mundo?
* * *
Nota nadavê com o post apenas para expressar minha felicidade
Alguém assistiu o Globo Repórter de ontem, pelo menos o penúltimo bloco? Esse bloco foi gravado em Ijuí­, em IJUÍ!! Puxa, espero que alguém tenha visto minha fabulosa cidade. A Globo aqui em Ijuí, quem diria, hein?

ßµTT뮢µÞ, 9:20 PM

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Domingo, Novembro 21, 2004

Coisas que acontecem quando mamãe não está em casa

Ainda não encontrei uma maneira convincente de consertar essa maldita dessa porra de codificação que acabou com meus acentos. Não se esqueça: botão direito do mouse/Codificação/Unicode (UTF-8). Um dia eu resolvo isso. Tenha paciência.
Obrigada.

Já em várias ocasiões minha mãe viajou. Na verdade, ela viaja uma vez por mês desde março. Fico quase sozinha, mas às vezes me sinto só, apesar do meu irmão e da minha vó ficarem me enchendo a paciência.
Em março minha mãe viajou e me deixou sozinha em casa por um fim-de-semana. Quase sozinha, porque meu irmão passou o sábado na casa de um amigo, mas voltou no domingo à noite, pois tinha aula no outro dia. A propósito: pra variar minha vó estava viajando, provavelmente estava em Porto Alegre.
Domingo de noite fui dormir lá pela meia-noite e quinze, como sempre. Depois de muito custo, consegui pegar no sono. Meu irmão estava dormindo no quarto da minha mãe, como sempre. Quando finalmente estou dormindo o melhor sono, meu irmão entrou no meu quarto. Veio choramingando: "Dani, vem dormir no quarto comigo...". Custei alguns segundos a entender. Com algum esforço, olhei que horas eram. Duas e dez. Não, isso não pode ser verdade. Mandei ele voltar pro quarto, eu não ia lá coisíssima nenhuma. Eu já sou uma monstra à luz do dia, imagina em plena madrugada, totalmente sonolenta, tendo que levantar dali a algumas horas sem ter dormido quase nada. Ele voltou pro quarto. Tapei minha cabeça com o cobertor e tentei dormir. Isso, claro, se ele não tivesse voltado pé ante pé, parado perto da minha cama e recomeçado a choramingar. "Então deixa eu dormir aqui...", "Não me enche, me deixa dormiir...". A essas alturas eu já tinha começado a choramingar, clamando por sossego. Oh céus, o que fiz pra merecer isso? Tentei usar um pouco de psicologia infantil, apesar da vontade que eu tinha de simplesmente ignorá-lo e fechar os olhos. Acho que ele já está bem grandinho (na época tinha 9 anos) para dormir sozinho. Quando vi que nada, realmente, surtiria algum efeito, peguei meu travesseiro, meu despertador, meus óculos e meu Banana de Pijama e fui pro quarto com ele, emburrada. Não que eu tivesse ficado com alguma pena, mas eu simplesmente precisava dormir, de qualquer jeito. Bom, toda essa cena durou quinze minutos. Pensei que ele ia ficar um bom tempo sem me incomodar por causa disso, mas não.
Contei essa história pra minha melhor amiga, que também detesta o irmão, e até ela achou que eu deveria ter sido mais compreensiva e ter ido pro quarto quando ele me chamou pela 1ª vez. É, que eu sou uma estúpida eu já sabia, mas não sabia que era tanto.
Depois dessa edificante experiência, comecei a achar que talvez fosse melhor eu não ter filhos. Eu nunca vou ter paciência e disposição para agüentar lamúrias infantis em plena madrugada. E de um guri que agora tem 10 anos, que ainda não dorme sozinho, vive armando confusão na escola e precisa de acompanhamento psicológico, menos ainda.
* * *
Momento ternura
Quando vejo meu irmão dormindo destapado, junto seu cobertor do chão. Quando ele me pede pra ajudá-lo nos temas eu ajudo, com um pouco de boa-vontade, até, se é algo que eu saiba (ele está na 4ª série, de algumas coisas ainda me lembro). Quando ele me pede alguma coisa com educação sou até capaz de atender.
Eu não consigo ser má.

ßµTT뮢µÞ, 6:05 PM

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Sexta-feira, Novembro 19, 2004

Amigo pseudosecreto

Já vou avisando: texto longo. Limite-se a comentar se realmente o leu. Não se esqueça: botão direito do mouse/Codificação/Unicode (UTF-8). Um dia eu resolvo isso. Tenha paciência.
Obrigada.

Fim de ano está chegando, e com ele todas suas festividades. Entre os clássicos de fim de ano podemos citar, por exemplo, o amigo secreto. Pode ser em qualquer lugar: na escola, no trabalho, no bairro, na família, ninguém escapa dele. Pode ser uma brincadeira agradável e divertida, se todos levarem a sério e não ficarem contando quem pegou quem. Na minha turma na escola acho que nunca vi um amigo secreto autêntico já que as crianças, felizes da vida, ficavam falando quem tinha sido o escolhido. Pelo menos uns dois dias antes da "revelação" todos já sabiam quem eram seus respectivos amigos pseudosecretos. Um saco, tirava toda a graça. Eu não contava antes da hora, mas como eu sempre era a única a não falar, descobriam quem eu tinha pegado por eliminação. Humpf, gente chata.
Os presentes eram outra etapa dramática. Bom mesmo é quando a gente é criança e as mães se responsabilizam pela escolha do presente. Pelo menos a gente se exime da culpa (um pouco) se o presenteado olha para o embrulho aberto com cara de nojo. Oh, dúvida cruel, ir num bazar e ter que escolher apenas uma dentre tantas quinquilharias lindas e inúteis. Para minha sorte, na maioria das vezes, tirei uma menina no sorteio, porque tenho horror de escolher presente pra guri.
Bom, depois do sorteio e da escolha do presente, tem a "revelação" (que, como eu disse, no caso das festas da turma, acontecia com alguns dias de antecedência). Minha mãe e as amigas do bairro sempre se reúnem, todo ano, e fazem amigo secreto, com sorteio na hora. Ou seja, já levam o presente, algum que se adapte a qualquer uma. Apesar de tudo, eu teimava em participar. Depois de anos seguidos ganhando panos de prato e potes refratários, que sempre ficavam pra minha mãe, desisti. E elas sequer ouviram minha sugestão de fazer o sorteio com uma semana de antecipação. Minha mãe ganhava dois presentes, o meu e o dela. Se bem que ela também comprava dois presentes, ou pensam que eu ia gastar meu dinheiro nisso? Pensando melhor, era justo.
Já ganhei presentes infames na escola também, é óbvio. Meu trauma de amigo secreto foi na 1ª série, quando minha melhor amiga (veja, minha melhor amiga) me deu três sabonetes Rexona. Não tive sequer a dignidade de disfarçar (e desde quando crianças de sete anos disfarçam alguma coisa?), espumei de ódio. Meus coleguinhas com brinquedinhos, chocolates, e eu com três sabonetes Rexona?? Puxa, se ainda fossem aqueles Fofo que a minha mãe não compra porque é caro... Aquilo acabou com meu dia. Cheguei em casa e atirei os três sabonetes Rexona, que eu nem tinha tirado direito do pacote, na área de serviço. Minha mãe os usou e eu nunca mais os vi. Anos depois minha amiga revelou que a idéia de me dar três sabonetes Rexona foi da vó dela, pois não tinha dado tempo de comprar um presente decente pra mim. Só podia ser idéia de vó. Depois disso, seguiram-se anos ganhando quinquilharias, principalmente porta-jóias e anjinhos de porcelana. Não me apareça com um anjinho, a menos que deseje ficar com uma marca roxa na testa.
Ok, isso foi apenas uma enrolação, o que eu queria falar é sobre o fato de eu estar participando do Amigo Secreto Blogueiro. Ainda não sei quem eu tirei. Só vou avisando, meu amigo (ou amiga, que seja) secreto, não espere grande coisa de mim. Meus dotes HTMLísticos e Photoshopísticos (sequer tenho esse programa, me viro com o Paint mesmo) são beem limitados. Não vou fazer um template massa, nem um gif colorido, nem qualquer outra coisa assim, porque eu não sei fazer. Na melhor das hipóteses espere um texto em sua homenagem (não se preocupe, porque eu estou levando a sério e não vou te deixar sem presente). E você terá que esperar pacientemente até o sábado para receber seu presente. Quanto a isso não posso fazer nada.
Da mesma forma, pessoa que me tirou, aceito qualquer coisa, até um gif piscante com uma doll cabeçuda iXcRiTu aXiM, mas não, obrigada, eu não quero um template. Sou feliz com o meu que levei dias fazendo e está com os acentos desconfigurados (já falei como sou orgulhosa?). Fora isso, qualquer coisa me deixará deveras comovida. Se você mora em Ijuí pode me dar , além do presente virtual, um esmalte preto da Utilar (pra quem não sabe, essa é a nossa loja de 1 real, muito melhor do que R$1,99) porque o meu está acabando.
Advertências e avisos dados, tudo certo. Vamos ver no que vai dar.

ßµTT뮢µÞ, 1:39 AM

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Sábado, Novembro 13, 2004

Nem tudo está perdido

Segunda-feira teve apresentação dum trabalho de biologia sobre métodos anticoncepcionais. O grupo que falou sobre a camisinha masculina distribuiu preservativos pras meninas (porque eles conseguiram poucos. E acho que é melhor assim, afinal as meninas têm muito mais juízo. Bom, isso não vêm ao caso).
Menina um: - Minha mãe vai ficar horrorizada se ver isso!
Menina dois: - A minha também!
Eu (só pra ser do contra): - Eu acho que a minha vai ficar feliz.
Menina dois: - Cruzes!
Não lembro se o diálogo foi exatamente assim, mas o espírito é esse.
Quando cheguei em casa, de meio-dia, contei pra minha mãe das apresentações cômicas e mostrei o preservativo, claro.
Eu: - Algumas gurias falaram que as mães delas iam ficar chocadas, mas acho que elas deveriam ficar felizes.
Mãe: - Bom, dos males o menor.
Achei essa resposta um tanto ambígua. Ela não discordou comigo, e nem concordou. Às vezes acho que ela não é tão legal e compreensiva quanto eu gosto de pensar. Já me enganei a seu respeito algumas vezes.
Já pra minha vó, nem falei nada, como sempre. Ela sim, ia ter um enfarte. Ou ia dizer: "Tu só vai usar isso depois do casamento, né?".
* * *
Aviso
Mudei o template. Passei uma semana trabalhando nele e agora esse Blogger resolveu que não vai ler os acentos! Que se foda: clique com o botão direito do mouse e selecione Codificação/Unicode (UTF-8). Isso só durará enquanto eu não conseguir consertar isso aí. Bom, foi no blog dela que eu vi esse esquema. Obrigada, mesmo que indiretamente, BeL!
Apesar de eu geralmente fazer as coisas do jeito errado, detesto pedir ajuda. Parece que isso tira meu mérito. Sim, sou orgulhosa, quando peço ajuda é porque a coisa tá feia mesmo. Prefiro ser meio autodidata. Só que agora vi que não adianta, não conseguirei resolver isso sozinha. Se alguém puder me dar uma mãozinha...
Eu não tenho culpa se o Blogger, o Frontpage, ou o que seja, conspira contra mim. Mas se quiser me chamar de amadora, pode chamar.

ßµTT뮢µÞ, 11:49 PM

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Domingo, Novembro 07, 2004

Algumas conclusões que eu tiro quando não tenho nada pra fazer

Estudar não vale a pena
Coloquei na minha cabeça que não gosto de literatura. Sempre fui contra a idéia de ler livros por obrigação, especialmente Literatura brasileira. Mas aconteceu de agora, no último trimestre, eu só precisar de três pontos pra passar em literatura (não vou perder meu tempo explicando o sistema maluco de notas do 25 de Julho).
Tentei me convencer que gosto de química, e eu gosto mesmo. Sempre fui razoavelmente bem. Só que justamente nessa matéria, que eu gosto, me dedico, estudo, me faltam 14 pontos pra passar.
Resumindo: não estudar e detestar a matéria é bem melhor.
* * *
Ler livros de literatura não vale a pena
Apesar de abominar essa regra de ler livros por período literário, fiz de conta que sou uma aluna obediente e li uns quatro livros do Realismo. Na prova caíram questões sobre alguns livros, evidentemente. A questão que tinha sobre um livro que eu li (O Ateneu) eu errei. As três que tinha sobre um livro que eu não li, que só apresentaram no seminário de literatura (Quincas Borba), eu acertei.
Resumindo: é muito melhor confiar no meu poder de adivinhação/dedução do que na minha memória.
* * *
Eu nunca vou ter sossego
Minha vó reclama quando eu saio.
Diálogo entre minha mãe e minha vó, que eu não presenciei, obviamente, porque não estava em casa:
Vó: - Tu não acha que a Daniela anda saindo muito?
Mãe: - Não.
Aí minha vó veio com a ladainha de sempre: "A Daniela não era assim, blá, blá, blá...". Pelo menos foi isso que a minha mãe contou.

Minha vó reclama quando eu fico em casa.
Era sábado, seis da tarde, eu estava dormindo, sendo que tinha levantado meio-dia [droga, perdi Os Simpsons!]. Minha vó foi me incomodar no meu quarto:
Vó: - Que tu tem, Daniela? Não sai desse quarto!
Fiz de conta que não ouvi (ela detesta isso!).
Vó: - Acho que tu tá doente. Tu não pegou alguma coisa?
Eu: - Só tô com preguiça...
Vó: - Preguiça de quê? Não fez nada... Eu, hein!
Ela finalmente sai do meu quarto, depois da sessão-sermão do dia, e eu levanto e vou tomar banho.
Resumindo:
minha vó deveria arranjar algo pra fazer (tipo aprender a fazer tricô ou ir nos bailes da 3ª idade) e me deixar em paz. Eu estou pedindo muito?

ßµTT뮢µÞ, 7:26 PM

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Terça-feira, Novembro 02, 2004

Deduções estranhas, ou nem tanto, que já fizeram a respeito do meu dedo preto

Estou com preguiça de contar a história toda. Dê você também os seus palpites.
Em ordem mais ou menos alfabética, só pra citar os mais comuns:
- Algum ferimento, tipo queimado
- Caldo de feijão
- Caneta, tanto esferográfica, hidrocor, etc.
- Carvão
- Chocolate
- Calda de chocolate (uma variante da anterior, dita pelo meu professor de ensaio de máquinas)
- Coca-Cola
- Gasolina
- Graxa
- Piche
- Tinta, principalmente guache
- A mais melhor de todas, dita por um gurizinho do grupo de teatro: um dedo de borracha.
Fora que sempre tem os que perguntam se meu dedo dói. Se der uma martelada ou derrubar um tijolo em cima com certeza vai doer, não tenha dúvida. Depois de pegarem, apertarem, avaliarem meu dedo e receberem a resposta "É de nascença", sempre tem os que me olham com uma cara de dúvida: "Tu tá brincando". E eu ainda me presto: "É sério!". Teve uma vez um cara, nem o conhecia, que ficou insistindo que meu dedo não podia ser desse jeito. Ora, o dedo é meu, eu que sei! E se não é pra acreditar na minha resposta, então nem me pergunte nada.
Acho que foi um alívio pra minha mãe quando eu aprendi a falar e ela se livrou parcialmente da tarefa de satisfazer a curiosidade das pessoas. E eu vou ter que agüentar isso pro resto da minha vida, pelo menos.

ßµTT뮢µÞ, 7:30 PM

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Algo sobre mim, humpf
Daniela, agora "dimaior". Ijuí, RS.
Apesar de todos os esforços, uma guria boazinha demais. Seu egoísmo constante contrasta com seu altruísmo porque, apesar de tudo, gosta de ajudar os outros e ver as pessoas felizes. Por vezes vingativa e rancorosa, mas incapaz de fazer algo realmente ruim para alguém, por mais que tente. Tem especial talento para segura-vela e capacho. Gosta sempre das pessoas erradas e sempre se dá mal. Dura demais consigo mesma, mas orgulhosa dos seus talentos (que não são muitos). Às vezes é considerada metida. Não enxerga coisas óbvias, provavelmente por causa de seus sete graus de miopia. Acredita nas mentiras e duvida das verdades. Extremamente civilizada. Sempre atravessa a rua nas faixas de segurança e espera o sinal para pedestres abrir. Mas não olha para os dois lados antes de atravessar a rua. Adora livros, cedês, devedês, roupas e esmaltes coloridos, mais ou menos nessa ordem. Capitalista e materialista, adora dinheiro (embora não o tenha o suficiente para esbanjar). É péssima jogadora de xadrez.
Terminou o Ensino Médio e agora faz o estágio pra se formar no bendito curso de eletrotécnica. Aliás, começou esse curso apenas para aloprar na escola, mas acabou tomando gosto. Isso não quer dizer, contudo, que passará o resto de sua vida enganchando fios; seu futuro é como uma estilista rica e famosa.
"A influência da família sobre seus sentimentos (tais como satisfação e materialismo), também com relatos do seu dia-a-dia e reflexões sobre o mesmo, com uma boa articulação e um pouco de contentamento consigo mesma."
Descrição da Bel.

(Mau) humor

Meu humor atual - i*Eu!

Óquei, eu me rendo...
Emessene
Orkutchê
Fotolog =P
Apanhado de Pensamentos Aleatórios

Leituras
Agosto, Rubem Fonseca; Quincas Borba, Machado de Assis; Os Simpsons e a Filosofia, Aeon J. Skoble, Mark T. Conrad e William Irwin; Orgias, Luis Fernando Verissimo; Nos tempos da brilhantina, Ron de Christoforo.

Linques
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Post atual

Créditos
Template toscamente feito pela minha pessoa no Paint e FrontPage. Imagem encontrada no Getty Images, hospedagem no Blogger e comentários Haloscan.
Se alguém quiser me doar um template, apesar de eu ser enjoada pra caramba, eu aceito, ok?

Eu sei que meus textos são longos e entediantes, mas eu não consigo escrever de outra maneira. Tenha paciência e leia até o fim, por favor.
Doe um comentário para uma blogueira carente!