
Domingo, Outubro 31, 2004
Não deixe a florzinha morrer!!
Há pouco menos de dois anos entrei nesse mundo maravilhoso que é a Internet. Na falta do que fazer, entrava nas salas de bate-papo e, como sou uma pessoa muito comunicativa (:-P), logo instalei o ICQ na minha máquina. A partir daí iniciei minha vida social na net, com vários contatos e horas de conversa jogadas fora.
Domingo, Outubro 24, 2004
Falta do que fazer, falta do que dizer e vontade de atualizar
Tivemos um baita dum feriadão: de sexta-feira passada até quarta. Como se precisasse de um grande pretexto para a Escola Técnica Estadual 25 de Julho deixar seus alunos sem aula. Mas é legal isso. Poderia ser sempre só três dias de aula por semana.
Sábado, Outubro 16, 2004
Uma tarde de vadiagem, ou Eu não tive infância
Ijuí agora está movimentada, graças à ExpoIjuí Fenadi 2004, a feira das culturas diversificadas! Em todo outubro é sempre assim, várias pessoas vêm para cá, passeiam, fazem negócios, se divertem. E também tem shows nacionais! Assim a sensação de que eu moro no meio do mato diminui consideravelmente.
Terça-feira, Outubro 12, 2004
Apanhado de pensamentos aleatórios
Sábado, Outubro 09, 2004
Minha mãe perder o emprego, há uns dois anos, pode até ter sido uma coisa boa. Agora ela tem tempo de ficar em casa fazendo bolos, doces, pudins, como as mães de antigamente faziam. Tudo bem que os bolos sejam misturas pré-prontas e os pudins de caixinha, isso não vem ao caso. Isso é algo novo pra quem tinha uma mãe que não parava em casa (isso que não moramos numa metrópole, senão eu raramente a veria) e agora a vê em plena quarta-feira de tarde fazendo um bolo de milho. Até porque, alguém nessa casa tem que fazer guloseimas, já que minha vó é um pouco fora de série, não é daquelas que fica fazendo tricô, crochê e doces. Minha vó só sabe fazer duas sobremesas. No fim das contas, as coisas se equilibram.
Sábado, Outubro 02, 2004
Um dia antes do nosso lindo, maravilhoso, fabuloso, apoteótico desfile, Dener tentava avacalhar com a minha roupa e das outras.
O ICQ é meu programa de estimação. O considero relativamente fácil de usar e a versão que eu tenho (2003a) é muito boa. Às vezes ele cismava de não funcionar, mas para isso eu sempre tinha o ICQ2Go! para me socorrer. O ICQ não funcionando era motivo suficiente para eu ter um ataque histérico, sem ele eu não sou nada.
Então, há alguns meses, passei a usar também o MSN Messenger, mesmo não gostando muito dele. Prefiro, de longe, o ICQ, embora ele não tenha essas frescuras de webcam e microfone (algo que realmente não me faz falta, já que eu não tenho ambos). Só que estou observando o seguinte fenômeno: muitos dos meus contatos do ICQ estão migrando para o MSN e passaram a usar apenas este para conversar. Ou seja, o ICQ está caindo em desuso!
O que me inspirou foi um post dela (o do dia 15/10) e eu sugeri a Marina que fizéssemos um movimento em prol do ICQ. Eu não quero acreditar que ele está ficando ultrapassado! Ele me proporcionou muitos bons momentos, não pode simplesmente deixar de ser usado.
Para mim, o ICQ tem várias vantagens: ele mostra a hora que foi enviada a mensagem; o perfil da pessoa é de fácil acesso, já que no MSN sempre tem aqueles frescos que não colocam perfil público; tem o tal de "Histórico", que eu nunca usei mas dizem que é útil; se o ICQ resolve entrar em greve tem o ICQ2Go! (que eu ainda não consegui fazer funcionar no meu XP); é mais fácil de conectar do que o MSN. É por isso que eu não largo mão do meu ICQ, apesar de tantas pessoas já terem feito isso.
Pois é: o ICQ é mesmo melhor ou eu apenas me apeguei sentimentalmente a ele?
(se quiser um desses vá no blog dela pegar, porque eu não sei colocar o código naquelas janelinhas)
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O grupo de teatro da Escola Técnica Estadual 25 de Julho ganhou a etapa regional do concurso "Sesi descobrindo talentos" com a peça "Pluft, o fantasminha", além dos prêmios de melhor atriz, melhor ator e melhor direção. Isso significa final estadual, em Porto Alegre, em março! Uhul! Nóis é foda!
Ah, só pra constar: eu apenas fazia parte da torcida desorganizada.
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Tive um surto de inspiração inexplicável e comecei a escrever meu trabalho de filosofia. O título: "Mulher e homem, o mito da desigualdade". É um trabalhão, mas vai ficar massa. Como eu tenho a mania de publicar meus trabalhos, vocês ainda o lerão aqui.
Aliás, pensem sobre o assunto. Estou aceitando sugestões de temáticas a abordar.
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Isso sim, é falta suprema do que fazer. Vi em um blog e não resisti, tive que clicar. Fiz duas vezes e o resultado deu diferente, o que me leva a pensar que eu poderia passar dias clicando e se obteria sempre uma combinação diferente. Não, eu não fiz isso, também não sou tão desocupada.
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Fui ver Olga, mas é muito triste (isso que eu tenho a tendência de rir da desgraça dos outros). Ainda bem que tenho sempre as minhas balinhas de goma (aquele cheiro de pipoca de microondas me embrulha o estômago).
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Estou sem vontade de escrever. E também não estou a fim de ler um grande romance. Eu achei esse site legal, se quiser, clique.
Onde está minha inspiração quando preciso dela?
Todo bom ijuiense vai, pelo menos uma vez, na Expo. Comigo não podia ser diferente, claro. A escola ia levar a gente quinta de tarde, mas como nem sempre as coisas organizadas pela Escola Técnica Estadual 25 de Julho dão certo, o passeio não saiu. Mesmo assim, eu e alguns amigos meus fomos. Só gente muito folgada vai à Expo em plena quinta-feira de tarde, sendo que sequer era feriado.
Que legal, esse ano tem parque de diversão! Um parque mesmo. Eu adoro parque, mas quando eu era criança (bah, faz tanto tempo...) nunca fui. Minha mãe ficava com preguiça de me levar, acho, ou sempre dava a desculpa de que não podia porque não tem carro. Aproveitei pra tirar o atraso agora. Meu brinquedo preferido é o Space Loop. Ainda andei no Skiing Dance, no Tornado e no Barco Viking (não adianta descrições, são apenas "negócios que giram", e isso basta. Deve ser por causa do Skiing Dance que eu quase destronquei meu pescoço e estou com dores há dois dias). De qualquer forma, foi uma tarde bastante divertida, bem melhor que ficar na aula de eletro calculando fator de potência.
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Minha grande cidade está de aniversário dia 19 de outubro. Não sei quantos anos vai fazer, mas se foi fundada em 1890, façam as contas. Eu ia escrever um textinho sobre a cidade e colocar algumas fotos, mas estou morrendo de preguiça. Se quiser saber alguma coisa, clique aqui.
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É também minha monumental preguiça que me impede de escrever algo útil e/ou interessante. Deixa assim.
Estava lendo o pacote de bolachas Tortinhas, da Isabela. Lá diz: "Mais de 26 biscoitos". Abri o pacote e as contei, porque tinha que dividir com meu irmão. Realmente, há 27 biscoitos.
Bom, acho que isso não é propaganda enganosa.
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Minha mãe persiste
Um dia minha vó voltou de viagem. Me deu várias coisas, como sempre. Quis ser boazinha e lhe dei um santinho de São Francisco de Assis. Lembram do escarcéu que a minha mão fez quando eu disse que não acreditava em Deus? Poisentão.
- E nele tu acredita? ? disse minha mãe, se referindo a São Francisco de Assis.
- Tem que acreditar ? disse minha vó, que não estava a par do que aconteceu porque, pra variar, estava viajando.
- Peguei porque achei bonitinho ? eu falei e saí, antes que o teto desabasse sobre a minha cabeça outra vez.
Chega, isso só pode ser perseguição!
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Contrariando as expectativas
Eu detestava horário político, mas neste ano passei a achar divertido. Minha mãe disse que quando eu era pequena gostava de assistir a propaganda do Ulisses Guimarães (eu era bem pequena, já que o Ulisses Guimarães concorreu à presidência em 1989, eu tinha um ano e pouco de idade). Isso prova que, em alguma altura da minha vida, eu já fui politizada.
Bom, agora sou uma à-toa.
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Presentes
Hoje é mais uma data dedicada ao consumismo: Dia das Crianças. Eu adoro isso. Vejam o que ganhei de presente:
Uma camiseta com essa estampa, da minha vó;
Essa agenda, da minha mãe.
Sim, sou uma criança de quase 17 anos, e daí? O importante é ganhar presente.
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Minha mãe de vez em quando faz incursões à culinária natural. Quando eu tinha dez anos ela me obrigou a passar algum tempo (não muito, mais ou menos um mês) tomando leite com açúcar mascavo, que é mais saudável. Que lindo, em dez anos da minha existência ela nunca tinha pensado na minha saúde, e decide assim, de uma hora para outra, abolir o açúcar cristalizado. E ainda tentou me convencer de que era a mesma coisa. Ah, sim, amarguento daquele jeito! Essa situação não durou muito tempo, não sei se foi de tanto eu incomodar ou se foi uma decisão livre dela. Nada, porém, foi pior que o leite de soja.
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Faz uns dois anos, estavam divulgando os benefícios do leite de soja, e minha mãe resolveu aderir a essa onda. Em vez de fazer como a maioria das pessoas normais, simplesmente ir ao mercado e comprar uma caixinha daquele leite Ades (mesmo sabendo como eu tenho horror a leite de caixinha), ela fez algo realmente inovador: comprou um quilo de soja e deixou de molho, socou, moeu, passou no liquidificador, coou, enfim, fez o tal de leite de soja. Admiro a perseverança da minha mãe, já que deu um trabalhão. Eu não podia nem sentir o cheiro daquele troço. Num domingo, afinal, aquela tranqueira ficou pronta e eu fui obrigada a beber. Urgh, simplesmente horrível! Não sei se era por ser um leite de soja caseiro, ou por ser leite de soja mesmo. Nunca mais cheguei perto daquele troço, e tinha que ter muito cuidado para não beber ele por engano, já que estava misturado (propositalmente, acredito, para me induzir ao erro) às outras jarras de leite normal. De fato, pelo menos uma vez eu arrumei meu leite por engano. Resultado dessa experiência: nem a minha mãe agüentou tomar aquilo e teve que jogar fora quase um litro de leite de soja.
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Agora, para racionar leite, que a minha mãe sempre compra do leiteiro, sem estragar, ela criou outro método revolucionário: congelar o leite. A minha primeira reação foi olhar com cara de nojo, como sempre. O leite, depois de derretido, fica cheio de floquinhos. Como eu sempre tomo leite gelado, os floquinhos não derretem, naturalmente. Bom, isso é um pouco menos pior que leite com nata, algo que eu também detesto.
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Ainda bem que eu não sei cozinhar. E nem pretendo aprender tão cedo.
Para mim (filme Moulin Rouge): - Tua roupa vai desmoronar com o Moulin Rouge. [ahn? O Moulin Rouge desmorona? Comassim?]
Para Manu (filme Titanic): - Tua roupa vai afundar com o Titanic.
Para Bia (filme A Família Addams): - Tua Morticia vai voltar pro caixão.
Para Verônica (filme Matrix): - E a tua vai ser deletada do sistema!
A Manu não se conteve com a falta de modéstia dele.
Para ele (filme Drácula): - E nós vamos cravar uma estaca no peito da tua!
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O Dener tem um bocado de prestígio. Ou bons contatos, sei lá. Só sei que ele foi convidado para fazer uma roupa para expor na vitrine de uma loja aqui da cidade. E como ele é uma pessoa muito benevolente, fez a caridade de convidar suas miguxas do coração para fazer junto com ele. Vam'lá. O tema era Romantismo, que não faz muito meu gênero, mas aceitei. Fiz um rabisco mal-acabado croqui e mostrei pra ele. Ele me obrigou a fazer do jeito que ele queria deu alguns palpites e ficou tudo certo. Por um milagre, ele gostou da minha roupa depois de pronta (ou pelo menos eu acho que gostou!). E tendo a sua aprovação agora eu posso dormir tranqüila.
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O Dener adora dar palpite nos meus desenhos e nunca acha nada bom o suficiente. Mas foi ele quem me deu lições básicas de como pintar com lápis de cor (só faltou eu aprender... :-P). E também me disse qual era a cor usada pra pintar jeans e pra que serve o lápis branco. Sempre achei que o lápis branco só servia pra fazer volume nas caixas de lápis de cor.
É, mas eu não vou dizer pra que serve o lápis branco. Eu quero continuar a ser feliz achando que só eu sei isso.
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O Dener pode desenhar muito bem, ser querido, simpático, divertido e talentoso, mas a mãe dele não lhe ensinou a ser modesto. Isso é uma pena.
Às vezes ele é metido, egocêntrico, orgulhoso, exigente, um verdadeiro mala. Sem contar que de vez em quando tem uns pitis. Mas o fato de ele ser uma gracinha, meigo, cuti-cuti compensa tudo.
É, eu acho que compensa. Nem tudo é perfeito.
* * *
Depois que o conheci passei a acreditar em reencarnação. Ele é o Dener, o maior estilista que já existiu no Brasil, com certeza.
[talvez se um dia ele ler isso passe a ser um pouco mais suave nas críticas aos meus rabiscos mal-acabados croquis. E me devolva minha agenda de mensagens que eu dei pra ele assinar há dois meses.]
Algo sobre mim, humpf
Tentando colocar o assunto em dia
Diretamente de Pequena Londres
Pensamentos desconexos de uma míope autista
Uma caipira na cidade mais maior de grande, ou Dia...
Uma caipira na cidade mais maior de grande, ou Dia...
Uma caipira na cidade mais maior de grande, ou Dia...
Créditos
Daniela, agora "dimaior". Ijuí, RS.
Apesar de todos os esforços, uma guria boazinha demais. Seu egoísmo constante contrasta com seu altruísmo porque, apesar de tudo, gosta de ajudar os outros e ver as pessoas felizes.
Por vezes vingativa e rancorosa, mas incapaz de fazer algo realmente ruim para alguém, por mais que tente. Tem especial talento para segura-vela e capacho. Gosta sempre das pessoas erradas e sempre se dá mal.
Dura demais consigo mesma, mas orgulhosa dos seus talentos (que não são muitos). Às vezes é considerada metida. Não enxerga coisas óbvias, provavelmente por causa de seus sete graus de miopia. Acredita nas mentiras e duvida das verdades.
Extremamente civilizada. Sempre atravessa a rua nas faixas de segurança e espera o sinal para pedestres abrir. Mas não olha para os dois lados antes de atravessar a rua. Adora livros, cedês, devedês, roupas e esmaltes coloridos, mais ou menos nessa ordem.
Capitalista e materialista, adora dinheiro (embora não o tenha o suficiente para esbanjar). É péssima jogadora de xadrez.
Terminou o Ensino Médio e agora faz o estágio pra se formar no bendito curso de eletrotécnica.
Aliás, começou esse curso apenas para aloprar na escola, mas acabou tomando gosto. Isso não quer dizer, contudo, que passará o resto de sua vida enganchando fios; seu futuro é como uma estilista rica e famosa.
"A influência da família sobre seus sentimentos (tais como satisfação e materialismo), também com relatos do seu dia-a-dia e reflexões sobre o mesmo, com uma
boa articulação e um pouco de contentamento consigo mesma."
Descrição da Bel.
(Mau) humor

Óquei, eu me rendo...
Emessene
Orkutchê
Fotolog =P
Apanhado de Pensamentos Aleatórios
Leituras
Agosto, Rubem Fonseca;
Quincas Borba, Machado de Assis;
Os Simpsons e a Filosofia, Aeon J. Skoble, Mark T. Conrad e William Irwin;
Orgias, Luis Fernando Verissimo;
Nos tempos da brilhantina, Ron de Christoforo.
Linques
Acetoso
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Antonomásia
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Balbúrdia
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Bloggagens
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Por enquanto
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hospedagem no Blogger e comentários Haloscan.
Se alguém quiser me doar um template, apesar de eu ser enjoada pra caramba, eu aceito, ok?
Eu sei que meus textos são
longos e entediantes, mas eu não consigo escrever de outra maneira. Tenha
paciência e leia até o fim, por favor.
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